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quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Balada Sustentável

Em épocas de cultura eco, o CLub4Climate, em Londres, criou uma pista de dança com tecnologia que usa cristais de quartzo e cerâmicas para transformar o movimento dos freqüentadores em eletricidade. A pista gera 60% da energia necessária para movimentar a casa. Os 40% restantes são gerados por meio de turbinas eólicas. E quando há excesso de energia ela é utilizada em casas próximas ao clube.

Quem sabe a moda pega por aqui e acaba transformando os pisos dos tão freqüentados shoppings em pisos sustentáveis? E as passarelas de moda, então? Os São Paulo Fashion Week da vida? Também poderiam adotar a tecnologia.

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Multitarefas: a vida through the screen

Matéria da Veja de 6 de agosto trata das chamadas crianças multitarefas. Falar no celular, escutar música, bater papo no MSN, jogar videogame e ainda dar uma espiada na programação da TV são algumas das coisas que essa nova geração faz de uma só vez.

Bom ou ruim, não sei dizer. Mas uma coisa é certa: a tecnologia não é a grande causa desse comportamento. É fato que ela está inserida no universo do público infantil. Para as crianças da sociedade moderna, o mundo é through the screen. A vida dos multitarefa é intermediada por telas. Até livro já se lê em posição vertical, por causa do hábito de olhar para o monitor do computador.

Mas e daí? O que isso significa, além da adpatação aos meios, coisa que não é exclusividade dessa geração? A sociedade muda constantemente, e ainda bem que isso acontece. São avanços, retrocessos, mas que significam novas experiências. Os especialistas ouvidos por Veja disseram que será necessário uma ou duas gerações para saber se o impacto desse fenômeno é positivo ou não. Um deles, professor de conceituado colégio de São Paulo, já percebeu uma coisa: “As crianças processam rapidamente um número maior de informações, mas num nível superficial. Ir fundo no assunto é difícil pra elas”.

Hoje, o que vale mais é a quantidade. Vivemos no que a revista Wired chama de snack culture (cultura aos pedaços). Somos ansiosos pelo novo. Queremos um pouquinho de tudo, somos incentivados a isso. E é gostoso, mas não menos perigoso, tudo depende do ponto de vista. E viva o mundo da baixa resolução, de vídeos por celular e do second life! A quantidade de informação não pára de aumentar. Já a qualidade, é mais discutível... ou não.

Voltando à Revista, o que mais causou espanto na matéria foram os relatos das mães que participaram da reportagem. Elas ficaram assustadas com o comportamento dos filhos, de darem atenção para duas, três, quatro, até cinco coisas diferentes ao mesmo tempo. Isso mostrou que essas mães dão pouca atenção aos filhos, não têm muita convivência com eles, pois mal sabiam o que estavam fazendo em casa.

Esse talvez seja um problema, e, de certa forma, também não é culpa delas, pois estão inseridas na lógica do mercado. Para manter os costumes da vida moderna é preciso de dinheiro, o que, na maioria das vezes, significa mais trabalho. Assim, os pais terceirizaram a atenção - o convívio que deveriam ter com os filhos - para os aparatos tecnológicos, as novas babás eletrônicas da modernidade. Embora também, dependendo da relação familiar, talvez a criança saia ganhando em não ter os pais muito por perto. E quem gosta disso é o mercado publicitário, que enxerga a criança como presa fácil, "verdadeira trainee do consumo", nas palavras do professor Daniel Galindo.

sábado, 28 de junho de 2008

Gentileza tecnológica

Para quem vive neste mundo material, dos objetos, nas palavras de Jean Baudrillard, os seres humanos até que têm muito o que aprender com suas crias.

É claro que não podemos generalizar, felizmente há pessoas conscientes e gentis nesse mundão. Mas a gentileza nos aparatos tecnológicos tem crescido e está presente em diversos segmentos. É o carro que avisa quando você desliga o motor e deixa o farol ligado ou quando está em trânsito com a porta aberta. A TV que desliga automaticamente, o forno com timer pra você não torrar aquele prato delicioso que está preparando, o Word que pergunta se você deseja salvar o documento, o Orkut que dá as boas vindas quando você acessa a comunidade, entre outras coisas.

É claro que a tecnologia tem lá seus problemas e, muitas vezes, te deixa na mão. Mas, nos tempos modernos, certas delicadezas ficaram esquecidas. Ceder o lugar no transporte público para uma pessoa com criança de colo, avisar o motorista do lado que sua porta está aberta, falar para o porteiro do prédio que o vizinho esqueceu a lanterna do carro ligada, enfim, atitudes simples que demonstram gentileza e preocupação com o semelhante são cada vez mais raras.

Muito se fala da necessidade de uma vida mais simples. Mas que simplicidade seria essa? A de consumir menos objetos e experimentar prazeres? Não acredito ser o consumo o maior vilão dessa sociedade estressada e insensível. Talvez essa "transferência de gentileza", do homem para os objetos, seja uma forma de esquivar-se de suas responsabilidades de cidadão. Acredito que essa vida simples, tão desejada, deva começar nas atitudes para com o semelhante e que seja baseada na fraternidade, no respeito, na educação e na gentileza. Afinal, são as coisas simples que podem transformar nossas vidas, para melhor ou não.

sexta-feira, 27 de junho de 2008

PDV ou PDE?

Já imaginou uma loja que não vende nada?! Pois é, essa é a cara da Sample Lab, de Toquio, no Japão. E qual é o seu objetivo, então? A Sample Lab é um espaço de distribuição de brindes. Não é um ponto-de-venda, mas um ponto-de-experimentação, vamos dizer. A idéia é sacada e faz os adolescentes se aglomerarem na porta, em grandes filas. Mas, como nada é de graça, pra ter acesso aos mimos é preciso fazer um cadastro no site. Paga-se 11 dólares de inscrição e mais um fee anual que dão direito a pegar 5 brindes a cada visita - amostras de produtos cosméticos, de comidinhas e acessórios.
A idéia pode pegar aqui no Brasil, que caminha com alguns ambientes já preparados para a experimentação. É o caso da Samsung Experience, no Shopping Morumbi, onde as pessoas têm a possibilidade de vivenciar momentos de alta tecnologia com produtos da marca. A Casa Gourmet Arno, em São Paulo, Minas e no Rio, também coloca as pessoas em contato com produtos Arno e T-Fal por meio de cursos gratuitos de culinária, beleza e etiqueta. Segundo informações do site, os cursos têm participação de mais de 6 mil pessoas por mês. Isso é que é relacionamento com a marca!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

Eletrônico de corpinho enxuto

Dá uma olhada neste vídeo e veja o que a Sony está preparando. A tela tem a espessura de um cartão de crédito. A cultura do corpinho enxuto invadiu o mercado tecnológico. A Apple que se cuide com o Mac Air! Logo, logo, ele vai precisar de uma dieta.